sexta-feira, 12 de novembro de 2010

COLEÇAO FESTA

SEGUE ABAIXO MAIS FOTOS DE UMA PEQUENA AMOSTRA DAS PEÇAS DA NOVA COLEÇAO DE FESTA QUE CHEGOU HOJE...
Lembrando nosso telefone para contato (31) 34274680 Falar com Simone ou Lorena




















quinta-feira, 11 de novembro de 2010

PARA MULHERES EXEMPLARES




Tenha sempre presente que a pele se enruga,
o cabelo embranquece,
os dias se convertem em anos...
mas o que é importante
não muda.
A tua convicção e força interior
não têm idade.
Atrás de cada linha de chegada,
há uma de partida.
Atrás de cada conquista,
há um novo desafio.
Enquanto estiveres vivo,
sinta-te vivo.
Se sentes saudades do que fazias,
volta a fazê-lo.
Não vivas de fotografias amareladas.
Continua
quando todos esperam que desistas.
Não deixes que enferruje
o que existe em ti.
Quando não conseguires correr atrás dos anos,
marche.
Quando não conseguires marchar,
caminhe.
Quando não conseguires caminhar,
use uma bengala.
Mas não te detenhas...
Jamais!

Madre Teresa de Calcutá

terça-feira, 9 de novembro de 2010

A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO

Recebi este texto, por email da queridíssima Sheyla Milagre Vitória, achei tão bonito que estou compartilhando com vocês,

espero que gostem tanto quanto eu, OTIMA TERÇA,
COM UM AMOR E CARINHO MAIOR QUE O DE ONTEM E MENOR QUE O DE AMANHA


Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.

É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.

É uma elegância desobrigada.

É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.

Nas pessoas que escutam mais do que falam.

E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas no boca a boca.

É possível detectá-las nas pessoas que não usam um tom superior de voz.

Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.

É possível detectá-la em pessoas pontuais.

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.

É elegante não ficar espaçoso demais.

É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.

É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.

É elegante retribuir carinho e solidariedade.

É elegante não dizer palavrões.

Sobrenome, jóias, e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.

Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.

Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.

Educação enferruja por falta de uso. E detalhe: educação não é frescura...

"LEMBRE-SE de que colheremos, infalivelmente aquilo que houvermos semeado.

Se estamos sofrendo, é porque estamos colhendo os frutos amargos das sementeiras errôneas. Fique alerta quanto ao momento presente. Plante apenas sementes de sinceridade e de amor, para colher amanhã os frutos doces da alegria e da felicidade. Cada um colhe, e
xatamente, aquilo que plantou."

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

DE MINHA PREDILETA CLARICE LISPECTOR PARA TODOS

mude,

mas comece devagar,

porque a direção é mais importante

que a velocidade.

sente-se em outra cadeira,

no outro lado da mesa.

mais tarde, mude de mesa.

quando sair,

procure andar pelo outro lado da rua.

depois, mude de caminho,

ande por outras ruas,

calmamente,

observando com atenção

os lugares por onde você passa.

tome outros ônibus.

mude por uns tempos o estilo das roupas.

dê os seus sapatos velhos.

procure andar descalço alguns dias.

tire uma tarde inteira

para passear livremente na praia,

ou no parque,

e ouvir o canto dos passarinhos.

veja o mundo de outras perspectivas.

abra e feche as gavetas

e portas com a mão esquerda.

durma no outro lado da cama…

depois, procure dormir em outras camas.

assista a outros programas de tv,

compre outros jornais…

leia outros livros,

viva outros romances.

não faça do hábito um estilo de vida.

ame a novidade.

durma mais tarde.

durma mais cedo.

aprenda uma palavra nova por dia

numa outra língua.

corrija a postura.

coma um pouco menos,

escolha comidas diferentes,

novos temperos, novas cores,

novas delícias.

tente o novo todo dia.

o novo lado,

o novo método,

o novo sabor,

o novo jeito,

o novo prazer,

o novo amor.

a nova vida.

tente.

busque novos amigos.

tente novos amores.

faça novas relações.

almoce em outros locais,

vá a outros restaurantes,

tome outro tipo de bebida

compre pão em outra padaria.

almoce mais cedo,

jante mais tarde ou vice-versa.

escolha outro mercado…

outra marca de sabonete,

outro creme dental…

tome banho em novos horários.

use canetas de outras cores.

vá passear em outros lugares.

ame muito,

cada vez mais,

de modos diferentes.

troque de bolsa,

de carteira,

de malas,

troque de carro,

compre novos óculos,

escreva outras poesias.

jogue os velhos relógios,

quebre delicadamente

esses horrorosos despertadores.

abra conta em outro banco.

vá a outros cinemas,

outros cabeleireiros,

outros teatros,

visite novos museus.

mude.

lembre-se de que a vida é uma só.

e pense seriamente em arrumar um outro emprego,

uma nova ocupação,

um trabalho mais light,

mais prazeroso,

mais digno,

mais humano.

se você não encontrar razões para ser livre,

invente-as.

seja criativo.

e aproveite para fazer uma viagem despretensiosa,

longa, se possível sem destino.

experimente coisas novas.

troque novamente.

mude, de novo.

experimente outra vez.

você certamente conhecerá coisas melhores

e coisas piores do que as já conhecidas,

mas não é isso o que importa.

o mais importante é a mudança,

o movimento,

o dinamismo,

a energia.

só o que está morto não muda!

repito por pura alegria de viver:

a salvação é pelo risco, sem o qual a vida não

vale a pena!!!!


sexta-feira, 5 de novembro de 2010

ENFIM, SEXTA FEIRA...


Acho a maior graça. Tomate previne isso,cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas não exagere...
Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.
Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.
Prazer faz muito bem.
Dormir me deixa 0 km.
Ler um bom livro faz-me sentir nova em folha.
Viajar me deixa tensa antes de embarcar, mas depois rejuvenesço uns cinco anos.
Viagens aéreas não me incham as pernas; incham-me o cérebro, volto cheio de idéias.
Brigar me provoca arritmia cardíaca.
Ver pessoas tendo acessos de estupidez me embrulha o estômago.
Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.
E telejornais... os médicos deveriam proibir - como doem!
Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo, faz muito bem! Você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada.
Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde!
E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda!
Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna.
Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau!
Cinema é melhor pra saúde do que pipoca!
Conversa é melhor do que piada.
Exercício é melhor do que cirurgia.
Humor é melhor do que rancor.
Amigos são melhores do que gente influente.
Economia é melhor do que dívida.
Pergunta é melhor do que dúvida.
Sonhar é melhor do que nada!

Texto - Martha Medeiros

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

ÓTIMA QUINTA FEIRA...





Não sei se a vida é curta ou longa para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove. E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.”

Cora Coralina

terça-feira, 2 de novembro de 2010

A DICA DA SEMANA

Imagine descobrir que tudo que você acreditava saber sobre a felicidade está errado. Ou pense como reagiria se lhe dissessem que os motivos por ter colocado de lado seus sonhos e suas paixões não passam de uma farsa.
Julian é um jovem professor que, como muitas pessoas, acreditava estar vivendo da melhor maneira possível. Deixara de lado alguns sonhos por motivos lógicos, irrefutáveis. Mas, durante uma viagem de férias em Bali, ao consultar um velho curandeiro que procura por pura curiosidade antropológica, descobre que sua lógica está equivocada e que noções pré-concebidas sobre como o mundo funciona o estavam impedindo de correr atrás da verdadeira felicidade. O passeio turístico vira então uma viagem profunda de auto-conhecimento, a partir da constatação de que ele não é feliz como imaginava e como poderia ser.

"E por que não é feliz?", é indagado. Para encontrar a resposta a esta simples pergunta, Julian terá que cumprir uma série de tarefas a pedido de um espécie de guru, cada uma mais enigmática que a outra. Depois de sete dias surpreendentes, aprende lições valiosas que irão transformar sua vida para sempre.

Narrado em forma de parábola romanceada, O homem que queria ser feliz, best-seller francês já lançado em 17 países, envolve o leitor com a história do professor e, através dela, vai transmitindo uma série de ensinamentos básicos para tornar a vida melhor. Ensinamentos aparentemente tão óbvios, que não são levados em conta pela maioria das pessoas nos momentos de crise e de reflexão, quando, na verdade, deveriam ser usados como norte.

"Hesitei durante dois anos entre escrever este livro em forma de guia de auto-ajuda ou de romance. Hoje estou convencido que um romance tem muito mais poder de transportar os leitores para o universo que se deseja do que um guia. Nada substitui a força metafórica de uma história bem contada", diz o autor, especialista em desenvolvimento pessoal.
Gounelle usa sua própria hesitação em escrever um romance para exemplificar o conceito que serve de eixo para sua tese. "Para ser franco, eu não me sentia capaz de escrever um romance, de criar personagens. Esse foi sem dúvida o motivo de ter demorado tanto a fazê- lo", conta ele. Segundo Gounelle, grande parte dos nossos medos é criação do nosso espírito. Esse tipo de medo, observa ele, tem a função de nos proteger numa zona de conforto, sem o risco da rejeição ou de fracasso: "Eu era tímido, então me matriculei no teatro. Eu tinha vertigem, comecei a praticar parapente. A única forma que temos de superar uma realidade que tememos, é enfrentando- a."

Para o autor, a principal lição do curandeiro, inspirado em personagem real que ele de fato conheceu em Bali, é partir sempre da premissa de que antes de mais nada é preciso aprender a identificar se um medo é fruto de uma crença pessoal a respeito de si, dos outros e do mundo, ou se corresponde a uma realidade a ser evitada: "As crenças pessoais podem ser uma prisão. Neste livro, procuro ensinar o melhor caminho para se libertar do medo paralisante que essas crenças podem provocar."

Autor: Laurent Gounelle
Editora: Fontanar
Categoria: Auto Ajuda/Mentalismo
Número de Páginas: 160

Última Música (The Last Song), um filme com Miley Cyrus, Greg Kinnear, Bobby Coleman, Liam Hemsworth e Kelly Preston.

Sinopse

“Ronnie” Miller (Miley Cyrus) tem 17 anos, é filha de pais divorciados e seu pai (Greg Kinnear) mora longe de Nova York, numa cidade praiana. Após três anos de separação, ela ainda sente raiva por tudo o que aconteceu até o dia em que sua mãe (Kelly Preston) decide enviá-la para passar o verão com ele. Uma vez lá, depois de conhecer novas pessoas e paixões, ela encontra alguém que, além de bom músico e professor, é, acima de tudo, um verdadeiro pai.

DUAS DICAS IMPERDÍVEIS... NÃO DEIXEM DE CONFERIR E COMENTAR...

BEIJOKAS :)